As sanções impostas pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA) em 2024 resultaram em uma receita três vezes maior que a registrada no ano anterior, atingindo a marca de, aproximadamente, R$ 2.142.000 arrecadados em multas aplicadas a pilotos e equipes. As informações são do jornal espanhol Marca.
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Críticas contra a FIA aumentam por falta de transparência na Fórmula 1
Um dos principais motivos de insatisfação entre os pilotos é a percepção de falta de transparência na aplicação das penalidades.
O Marca destaca que diversas decisões da FIA foram vistas como inconsistentes, com critérios variáveis de uma situação para outra. A situação fez com que nomes importantes da Fórmula 1, como Alonso e Verstappen, criticassem o momento e sugerissem que fatores como nacionalidade podem influenciar o rigor das sanções.
Os comissários, responsáveis por aplicar as penalidades durante as corridas, também estão na mira dos pilotos. De acordo com as críticas, as decisões desses profissionais apresentam incoerências frequentes, intensificando o descontentamento no paddock.
Multas por palavrões e reações dos pilotos
Entre os episódios que mais geraram polêmica, está a decisão de Mohammed Ben Sulayem de implementar multas para pilotos que utilizassem linguagem ofensiva.
A medida foi recebida como uma afronta pela Associação de Pilotos, que passou a questionar publicamente a gestão dos valores arrecadados pela FIA. “A quem beneficia esse dinheiro?” foi uma das dúvidas levantadas.
De acordo com o Marca, a FIA documenta todas as sanções, permitindo acesso público às cifras. No entanto, essa transparência não evitou críticas sobre o destino dos recursos.
Com o aumento no valor total arrecadado em 2024, a tendência é de um endurecimento ainda maior nas regras, o que pode elevar o número de sanções nos próximos anos.
Imagem destaque: Vince Mignott/MB Media via Getty Images



